Automedicação e uso racional de medicamentos: A orientação farmacêutica como instrumento de Segurança do paciente

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70430/rev.cedigma.2026.v4.12.105

Resumo

A automedicação consiste em uma questão persistente de saúde pública, especialmente quando medicamentos são utilizados sem avaliação dos sintomas, das condições clínicas e dos riscos envolvidos. O acesso facilitado, a recomendação de familiares e o reaproveitamento de tratamentos anteriores favorecem decisões que podem comprometer a segurança do paciente. O autocuidado responsável demanda informação qualificada sobre indicação, dose, duração do tratamento e necessidade de avaliação profissional. Nesse vértice, a orientação farmacêutica representa uma intervenção clínica e educativa responsável por reduzir danos evitáveis (Organização Mundial da Saúde, 2024).

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Biografia do Autor

  • Keyla Liana Bezerra Machado, Universidade Federal do Piauí

    Farmacêutica, mestra e doutoranda em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), Pós-graduada em Atenção Farmacêutica pela FaSouza. Pós-graduada em Farmácia Clínica e Hospitalar pela FACULESTE. 

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Publicado

08-11-2026

Edição

Seção

Editorial

Como Citar

Machado, K. L. B. (2026). Automedicação e uso racional de medicamentos: A orientação farmacêutica como instrumento de Segurança do paciente. Revista Cedigma, 4(12), 1-3. https://doi.org/10.70430/rev.cedigma.2026.v4.12.105