A morosidade do judiciário brasileiro: A tragédia da boate kiss e um julgamento sem fim
DOI:
https://doi.org/10.70430/rev.cedigma.2025.v3.5.51Palavras-chave:
Morosidade; Judiciário Brasileiro; Tragédia da Boate KissResumo
Este trabalho analisa a morosidade do sistema judiciário brasileiro, com foco no seu impacto no caso da tragédia da Boate Kiss. Investigamos as causas, consequências e medidas para combater a lentidão no Judiciário, utilizando a Boate Kiss como estudo de caso. A morosidade do sistema judiciário é uma preocupação crônica no Brasil, afetando a capacidade de proporcionar justiça eficaz e acesso universal à Justiça. Este estudo examina essa questão, com enfoque especial na tragédia da Boate Kiss, que experimentou considerável atraso em seu processo judicial. O objetivo deste trabalho é analisar a morosidade do sistema judiciário brasileiro, identificando suas principais causas e consequências, bem como as medidas adotadas para enfrentá-la, com base no caso da Boate Kiss. Realizou-se uma pesquisa qualitativa e descritiva, empregando análise documental e revisão bibliográfica como principais métodos. O caso da Boate Kiss serve como estudo de caso para ilustrar os desafios do sistema judiciário brasileiro em casos complexos. As principais causas da morosidade incluem o excesso de burocracia e formalidades processuais, carência de recursos e infraestrutura adequada e ineficiência na gestão dos processos judiciais. As consequências abrangem a falta de acesso à Justiça e a sensação de impunidade. Medidas para combater a morosidade envolvem reformas legislativas e o uso de técnicas de julgamento mais céleres, como a mediação e a conciliação. A morosidade do Judiciário brasileiro é um desafio persistente que prejudica a sociedade e o acesso à Justiça. O caso da Boate Kiss exemplifica como a lentidão no sistema legal pode prolongar o sofrimento das vítimas. Para lidar com essa questão, reformas legislativas e a promoção de métodos alternativos de resolução de conflitos são passos cruciais. No entanto, uma mudança substantiva requer um compromisso contínuo com a eficiência e o acesso universal à Justiça para todos os cidadãos brasileiros.
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