El papel del psicólogo hospitalario en el contexto de los cuidados paliativos en oncología pediátrica
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18370677Resumen
El cáncer infantil es la principal causa de muerte por enfermedad (8% del total) entre niños y adolescentes en Brasil, con un estimado de 7.930 casos anuales para el trienio 2022-2025. El diagnóstico impone cambios significativos en la estructura familiar y exige el papel crucial del psicólogo hospitalario, especialmente en Cuidados Paliativos (CP), que tiene como objetivo aliviar el sufrimiento y mejorar la calidad de vida general en las dimensiones social, psicológica, espiritual y física. Este estudio bibliográfico, descriptivo y cualitativo analizó 30 artículos publicados entre 2016 y 2025 en las plataformas SciELO, Pepsic, BVS y revistas asociadas con el campo de la Psicología para comprender el trabajo del psicólogo hospitalario en el apoyo a pacientes, familias y el equipo médico en cuidados paliativos oncológicos pediátricos, con el objetivo de mitigar el daño psicológico y fortalecer las estrategias de afrontamiento. Los hallazgos indican que la práctica se basa en el conocimiento biopsicosocial y la acción interdisciplinaria. Las estrategias centrales utilizan recursos lúdicos, como juegos, dibujos y narraciones, adaptados a la edad y la etapa de la enfermedad, esenciales para la expresión de emociones y la creación de vínculos. La comunicación clara es fundamental, y el Protocolo SPIKES sirve de guía para dar malas noticias. El psicólogo también ofrece un apoyo vital al equipo de atención médica, previniendo el agotamiento emocional y el desgaste profesional. En conclusión, la intervención debe ser humanizada y adaptada, centrándose en preservar la autonomía y la dignidad del paciente, y ofreciendo estrategias de afrontamiento para la tríada.
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