Para Além do Estigma do “Louco Perigoso”: A Convergência de Factores clínicos, sociales y neurocognitivos na violencia asociada a la esquizofrenia.
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18371971Resumen
Este artículo buscó analizar la compleja relación entre la esquizofrenia y el crimen violento, con el objetivo de deconstruir los estigmas sociales e identificar los factores de riesgo que precipitan los actos criminales. La metodología empleada fue una revisión sistemática de literatura y análisis de documentos, con un enfoque cualitativo y exploratorio, consultando bases de datos como SciELO, PePSIC, BVS, Google Scholar y PubMed. Los principales resultados muestran que la violencia no es un rasgo inherente del trastorno, sino más bien el resultado de una interacción de vulnerabilidades. Cabe destacar que la comorbilidad con el Trastorno por Uso de Sustancias (SUD) es el factor de mayor impacto, afectando hasta el 50% de los casos y duplicando el riesgo criminal, seguido por la psicosis activa no tratada y el abandono sistémico. Las conclusiones indican que la peligrosidad asociada a las personas con esquizofrenia es un estereotipo que ignora las fallas clínicas y sociales. El estudio refuerza que la violencia proviene de una acumulación de negligencia —neurocognitiva, social e institucional— y señala la urgencia de políticas públicas integradas. Estas políticas deben centrarse en el tratamiento conjunto de los trastornos de salud mental y en garantizar el acceso continuo a la salud mental como estrategias fundamentales para reducir la marginación y la criminalización de las enfermedades mentales en el contexto brasileño.
Descargas
Referencias
ABRANTES MEA e LEITE AHO. Responsabilidade penal de indivíduos com esquizofrenia. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2024; 10(5): 2542–2566.
BO AA, et al. Patterns and predictors of violence in patients with comorbid substance use disorder and schizophrenia. Psychiatry Research, 2017; 251: 255-261.
BRASIL. Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Código Penal. Brasília, DF: Presidência da República, 1940.
BULE MM. Qualidade de vida e saúde mental dos reclusos: estudo dos diferentes tipos de crime. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Repositório das Universidades Lusíada, Lisboa, 2022; 98 f.
CHANG Z, et al. Substance abuse and risk of violence in patients with schizophrenia: A systematic review and meta-analysis. Acta Psychiatrica Scandinavica, 2018; 138(1): 11-20.
ESCOBAR-ECHAVARRÍA J, MOLINA-OSÓRIO SI e RESTREPO-BERNAL DP. Socio-demographic, psychiatric and legal characterisation of Colombian unimputable patients, 2000-2013. Revista Colombiana de Psiquiatría, 2017; 46(2): 82-87.
FERREIRA GA, et al. Esquizofrenia: abordagens terapêuticas, diagnóstico e desafios clínicos. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2025; 11(1): 51-59.
FREITAS GN e CARNEIRO SNV. Transtornos mentais no contexto dos centros de atenção psicossocial (caps): uma análise epidemiológica-revisão integrativa. Revista Expressão Católica Saúde, 2023; 8(2): 69-91.
GAUER GJC, et al. Inimputabilidade: estudo dos internos do Instituto Psiquiátrico Forense Maurício Cardoso. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, 2007; 29(1): 77-84.
GIL AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2022.
KOERNER MG. Aspectos psicojurídicos do comportamento criminoso em portadores de esquizofrenia. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.
LIU SP, et al. Association between neurocognitive deficits, psychotic symptoms and executive function in patients with schizophrenia and criminal behaviour. Psychiatry Research, 2019; 278: 122-127.
MELO BBM, SOUZA GDN e SOUSA LOPES G. Aspectos relacionados a esquizofrenia: um relato de experiência sobre a realidade do paciente e familiares. Research, Society and Development, 2020; 9(11): e60691110278
.
MENDES BR, et al. Esquizofrenia-uma revisão sobre a os fatores genéticos e ambientais na etiologia, fisiopatologia e inovações no tratamento. Brazilian Journal of Health Review, 2024; 7(9): e74295.
MINAYO MCS. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 34. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.
MODESTIN J e WUERMLE O. Criminality in men with major mental disorder with and without comorbid substance abuse. Psychiatry and Clinical Neurosciences, 2005; 59(1): 25-29.
MOROZOVA A, et al. Is aggression associated with alexithymia and psychotic symptoms in patients with schizophrenia? Schizophrenia Research, 2014; 156(2-3): 165-171.
OLIVEIRA C, et al. Esquizofrenia: prevalência, diagnóstico e avanços no tratamento. Caderno Pedagógico, 2025; 22(1): e13486.
OLIVEIRA GC e VALENÇA AM. Institucionalização prolongada, transtornos mentais e violência: uma revisão científica sobre o tema. Saúde e Sociedade, 2021; 29: e190681.
POZUECO JM, et al. Psicopatología, crimen violento, cine y realidad: desmontando mitos sobre psicópatas y psicóticos. Revista Colombiana de Psiquiatría, 2015; 44(2): 119-126.
RICARDINO IEF, et al. Dificuldades encontradas no tratamento medicamentoso da esquizofrenia e a importância do farmacêutico no manejo terapêutico. Educação, Ciência e Saúde, 2020; 7(1).
SILVA JVS, ALMEIDA AG e PEREIRA MEP. Atenção psicossocial e violência: desafios dos CAPS no enfrentamento da crise. Revista Saúde e Sociedade, 2021; 30(2): 471–483.
SOARES IVA, et al. Aspectos clínicos e epidemiológicos da esquizofrenia: uma revisão de literatura. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(5): 2448-2461.
STEINER J, et al. Violent Behavior, Psychotic Symptoms, and Substance Use Disorder in Patients with Schizophrenia. Schizophrenia Bulletin, 2009; 35(6): 1079-1088.
SWANSON JW, et al. Violence risk assessment in psychiatric patients: the role of schizophrenia. The American Journal of Psychiatry, 2002; 159(12): 1835-1837.
TOADER EC. A Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica e a medida de segurança de internamento. Dissertação (Mestrado em Ciências Policiais) – Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, Lisboa, 2021; 99 f.
VALENÇA AM, et al. Schizophrenia and violent behavior. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 2011; 14(4): 660-671.
VASCONCELOS EHS, et al. Esquizofrenia e seus prelúdios cognitivos: um revisão integrativa, sistemática e abrangente. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2021; 7(8): 658–671.
VASKINN A, et al. The "zipper model of empathy" applied to violence in schizophrenia: A search for social cognitive underpinnings of lack of empathic behavior. Comprehensive Psychiatry, 2023; 124: 152391.
WALLACE C, et al. Criminal Offending in Schizophrenia Over a 25-Year Period Marked by Deinstitutionalization and Increasing Prevalence of Comorbid Substance Use Disorders. The American Journal of Psychiatry, 2004; 161(10): 1845-1851.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Maria da Conceição Sotero Sorian, Ana Clara Araújo Araripe, Pedro Henricky Souza Marinho, Cesar Hamilton Aguiar Soriano, Hamilton César Sotero Soriano, Ronielly Gleyson de Sousa Araújo (Autor)

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-CompartirIgual 4.0.
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado , fornecer um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de nenhuma forma que sugira que o licenciante endossa você ou seu uso.
- Compartilhamento pela mesma licença — Se você remixar, transformar ou criar a partir do material, deverá distribuir suas contribuições sob a mesma licença do original.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros de fazer qualquer coisa que a licença permita.







