El juego como forma de expresión de sentimientos en niños hospitalizados: una perspectiva Gestalt
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18371639Resumen
Este artículo buscó responder a las preguntas sobre los impactos del juego durante la hospitalización infantil desde la perspectiva de la terapia Gestalt (TG). El objetivo central fue comprender cómo el proceso de hospitalización afecta al niño y cómo las intervenciones lúdicas contribuyen al desarrollo psíquico en este contexto. La metodología consistió en una investigación teórica cualitativa, basada en el Estatuto del Niño y del Adolescente (ECA) y las directrices del Ministerio de Salud. Los principales resultados revelan que la hospitalización genera impactos negativos significativos, alterando la rutina y el desarrollo del paciente. Sin embargo, el juego emerge como el principal vehículo facilitador de expresión y adaptación, permitiendo al niño usar la imaginación para desarrollar estrategias de afrontamiento. Desde una perspectiva Gestalt, que entiende al ser humano como un ser holístico y autorregulado, se evidenció que la actividad lúdica permite al niño hacer conscientes sus deseos, favoreciendo la toma de conciencia y el contacto con sus necesidades internas. Se concluye que la valoración del juego es un pilar indispensable en el entorno hospitalario, sirviendo no solo como entretenimiento, sino también como herramienta de apoyo emocional y desarrollo saludable. La investigación destaca la importancia de incentivar la formación sobre esta temática para los profesionales de la salud, buscando humanizar la atención en la pediatría hospitalaria.
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